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01 novembro 2009

28 outubro 2009

LOL.pop amanhã, dia 29, em Alcains

O Centro Cultural de Alcains vai receber mais uma actividade Cultura Vibra_Castelo Branco. Desta vez será a produção colectiva do Teatro das Beiras LOL.pop, dirigida ao público escolar. Serão duas sessões, a primeira às 10h e a segunda às 15h.
Sinopse:
LOL.pop? Faz login e entra na açucarada imaginação de três amigos.
Num dia-a-dia recheado de desafios, peripécias e obstáculos. Nesta era da informação, com os pais ocupados e filhos que preenchem os tempos livres com a televisão, a internet e os jogos, que espaço resta à criança para se desenvolver como ser verdadeiramente humano, íntegro e único, provido de personalidade, gostos e valores próprios? Um espectáculo que visa a exploração do mundo actual das crianças, dos estímulos por nós enviados, com a procura incessante do novo e a distanciação das relações humanas. Temos por objectivo possibilitar um outro olhar sobre o que os rodeia, de forma a tornarem-se únicos, a lutar e a construir um mundo melhor.

Ficha Técnica
Teatro das Beiras
Encenação: Sónia Botelho
Cenografia: Fernando Landeira
Desenho de luz e sonoplastia: Vasco Mósa
Interpretação: João Ventura, Rui Raposo Costa e Teresa Baguinho
Produção: Alice Dias
Secretariado: Eugénia Nunes
Assessoria de imprensa: Vanessa Silva
Fotografia: João Antão

22 outubro 2009

Antígona é já sexta-feira, 23 de Outubro

A obra representa o dilema do entendimento da contradição entre dois conceitos fundamentais do direito; o direito do indivíduo e o direito do Estado. Creonte desvaloriza as obrigações implícitas aos laços de consanguinidade, e Antígona valoriza-os ao... ponto de assumir um conflito com o Estado. Ambos actuam com a intransigência que caracteriza os heróis. Duas fontes antagónicas do direito com dois protagonistas de poder desigual. O conflito entre a lei divina e a humana deixa visível o inevitável contraste entre a autoridade masculina, ditada por Creonte, e a resistência feminina, encarnada por Antígona. Esta tragédia permite-nos a reflexão sobre o mito, a solidão, a condenação, o suicídio e a morte. A versão de Brecht é realizada no rescaldo das cinzas da segunda guerra mundial. Antígona, o texto de Sófocles, representado pela primeira vez no ano 442 a.C. tem exercido um particular fascínio para gerações de espectadores e criadores despertando o desejo de o redescobrir à luz de novas reflexões, actualizadas na passagem dos tempos. A introdução de um prólogo contextualizado no ambiente deste conflito esclarece de forma definitiva e inequívoca o sentido universal e ao mesmo tempo contemporâneo desta obra. A nossa proposta procurará uma abordagem intemporal e metafórica que terá como pano de fundo os conflitos e o debate civilizacional que assola a sociedade contemporânea.